Pressão alta

Hipertensão arterial é um dos maiores riscos à saúde

Um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial ou pressão alta, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Só no Brasil, a hipertensão atinge 32,5% da população adulta e mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular.

Existem diversos pontos que podem levar o corpo humano à hipertensão, tais como hereditariedade, idade avançada, excesso de peso etc. Há ainda fatores externos que podem ser controlados, como obesidade, sedentarismo, má alimentação, consumo de sal em excesso, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, tabagismo, estresse, entre outros agravantes.

O sobrepeso, em especial, representa um preocupante fator de risco para doenças crônicas – que correspondem a 72% dos óbitos no País. Além disso, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 46% da população com 18 anos ou mais sofre com o sedentarismo, o que agrava o quadro de hipertensos.

A marca registrada da pressão alta é, em última análise, o aumento da resistência vascular e muitos são os motivos. Seja a falta de flexibilidade das artérias na passagem do sangue; quando artérias muito finas (arteríolas) se contraem; quando há aumento no volume de sangue a ser ejetado, como quando os rins não funcionam normalmente ou quando o coração contrai de modo insuficiente; ou ainda quando a frequência cardíaca aumenta, entre outros.

Muitas vezes são necessárias várias leituras da pressão arterial para estabelecer o diagnóstico da doença. Se a leitura inicial apresentar um valor alto, é recomendado medi-la novamente, em seguida mais duas vezes, e em pelo menos mais dois outros dias. As leituras não apenas revelam a presença da hipertensão arterial, mas também auxiliam na classificação de sua gravidade.

Se não tratada, a pressão alta pode ocasionar derrames cerebrais; doenças do coração, como infarto; insuficiência cardíaca (aumento do coração) e angina (dor no peito); insuficiência renal ou paralisação dos rins; alterações na visão que podem levar à cegueira; obstrução das artérias das pernas com amputações etc. Vale lembrar que a pressão alta é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

Dr. Renato dos Santos Melo Marques

CRMSP - 124017

Cirurgião Cardiovascular

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