Modulação intestinal

Um olhar com foco no aparelho digestivo

Desde os primeiros dias de vida convivemos com disfunções intestinais. Seja por aquele alimento novo introduzido à dieta ou por alguma intolerância ou alergia constatadas. Já na fase adulta encontrar alguém que nunca sofreu pelo menos uma vez na vida de problemas no intestino é quase que impossível. Tem gente que reclama que ele é preso, outros que é solto demais e ainda pessoas que dizem que o funcionamento depende do humor.

A verdade é que, como profissional da área de nutrição, vejo a necessidade de compreender o aparelho digestivo de uma forma mais especializada, ou seja, a partir da modulação intestinal. A ideia é poder minimizar muitas dessas queixas que se refletem além do espelho, atingem também a saúde mental do paciente. Quando falo em modular não significa apenas mudar os hábitos, mas sim proporcionar um equilíbrio eficiente por meio de estratégias nutricionais e de suplementação para atingir um funcionamento regular do intestino.  

Mas como seria isso? Para entender melhor vamos ao início. Tudo começa pela boca. Os alimentos que ingerimos vão definir como será todo o processo digestivo. Pode ser que leve mais tempo, seja rápido ou até mesmo bem imprevisível. A escolha do que comer vai influenciar diretamente no bom funcionamento da “máquina” corpo humano. Quando digo “máquina” estou me referindo a um conjunto de funções que cada órgão desempenha para gerar vida: esôfago, estômago, intestino delgado e por aí vai... E ao focar no intestino, o combustível para movimentar toda essa estrutura que inclui a digestão, absorção e excreção, precisa ser específica para cada pessoa.

Alimentos ricos em carboidratos, proteínas, vitaminas, gorduras... O que ingerir? Tudo depende da necessidade que vai além de se saciar, envolve também o metabolismo humano. E não é novidade de que há um microbioma dentro do nosso intestino desempenhando um papel crucial para a nossa sobrevivência. São trilhões de bactérias que proporcionam maior imunidade e o bom funcionamento do intestino. Conhecida também como microbiota intestinal, esse ecossistema interno garante maior saúde e longevidade ao ser humano.

Com base nisso, o estudo da modulação da microbiota do intestino sob a abordagem nutricional, representa tornar eficiente a taxa de sobrevivência desses microrganismos que geram saúde. De uma forma mais clara, o que comer vai determinar como essas bactérias vão se comportar e consequentemente como o corpo inteiro vai reagir. Portanto, a prática da modulação intestinal vai proporcionar a harmonia por meio da introdução orientada de alimentos ou suplementos. Com isso, doenças sistêmicas, imunológicas e do próprio intestino tendem a diminuir.

 


Murilo Pereira
Nutricionista
Mestre em Ciência dos Alimentos
www.portalmurilopereira.com.br

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