O Terror dos Homens

A andropausa nem sempre prejudica a vida sexual

 

Eles podem até não falar, mas os homens morrem de medo da andropausa, e da diminuição da produção dos famosos “hormonios”. Mas o problema nem é tão preocupante assim, e a maioria dos homens nem percebem a manifestação da andropausa, que aparece muito mais lenta e discreta do que no caso das mulheres. Em alguns homens, a andropausa sequer aparece!

Andropausa é um termo criado por analogia com menopausa, fase que ocorre  na vida de todas as mulheres como consequência da falência dos ovários que deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. A menopausa é um marco indicativo do final do ciclo reprodutivo da mulher e pode vir acompanhada de alguns sintomas característicos: ondas de calor (fogachos), insônia, diminuição da libido, irritabilidade, suores noturnos, etc.

Os homens tambem envelhecem e lentamente vão sentir a diminuição da testosterona, o hormônio sexual masculino. Mesmo com níveis mais baixos do que na adolescência, os valores da testosterona podem continuar na faixa da normalidade durante muitos anos.

Nos homens, a andropausa trás os seguintes sintomas: fraqueza e perda de massa muscular, cansaço, desânimo, estresse, irritabilidade, insônia, falta de desejo sexual, perda de potência sexual, ejaculação precoce, flacidez de pele, entre outros. Isso ocorre em maior ou menor grau, em cada indivíduo.

O que mais preocupa os homens com certeza é a perda da libido. A testosterona é o principal hormônio envolvido na libido do homem e da mulher também, o que pode prejudicar a vida sexual do casal com o passar dos anos. Porém a testosterona é um hormônio facilitador da libido, embora não seja indispensável. Estudos antigos com soldados que lutaram na guerra da Coreia e perderam os testículos numa explosão, ao pisar em armadilhas, mostraram que a falta de testosterona não os impedia de exercer a atividade sexual. Isso pode ser possível porque a testosterona também é produzida pelas glândulas suprarrenais, só que em menor quantidade.

Infelizmente o declínio hormonal é progressivo com o passar dos anos, portanto a andropausa não tem uma ‘cura’. O tratamento será contínuo, e deve ser feito com total aceitação do paciente, pois só assim ele se sentirá mais feliz. As formas de tratamento são baseadas em condutas para melhorar o estilo de vida e também são usados medicamentos em comprimidos via oral, sprays sublinguais (que contém vasodilatadores e hormônios bioidênticos que promovem mais qualidade, desejo, prazer e vigor nas relações sexuais, assim como melhora o desempenho muscular, cognitivo e cardiorrespiratório), injeções intramusculares e penianas, géis transdérmicos e uretrais, entre outros.

Dependendo no grau dos sintomas, o médico habilitado avaliará cada caso e irá a tratar a andropausa com a melhor combinação a ser utilizada. É importante que o tratamento, seja ele qual for, contínuo e diário, com acompanhamento multidisciplinar, para que ao longo do tempo a qualidade de vida vá melhorando.

 

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