Por que levamos choque ao encostar em outra pessoa?

Aquele momento que você encosta em alguém e sente um leve choque. Ou quando vai abrir a porta do carro e sente as pontas do dedo com uma carga de eletricidade que chega até a fazer barulho. Você sabe porque isso acontece?

Aquele momento que você encosta em alguém e sente um leve choque. Ou quando vai abrir a porta do carro e sente as pontas do dedo com uma carga de eletricidade que chega até a fazer barulho. Você sabe porque isso acontece? A resposta é simples: excesso de cargas estáticas.

Um simples aperto de mão em outra que não tem a mesma carga estática podem fazer com que ambas sintam um leve choque, pois o excedente de carga em uma das pessoas se distribui, passando parcialmente para a outra.

O mesmo princípio acontece quando encostamos em um carro. Se estivermos com acúmulo de carga elétrica, ao tocarmos na porta do automóvel também sentimos o choque, pois o carro acumula carga ao se movimentar. O atrito com o ar faz com que a carga elétrica fique na superfície externa do carro, que é de metal.

Apesar do desconforto, a sensação não tem danos à saúde devido a baixa corrente de energia. Essa sensação é mais comum no inverno, quando as pessoas usam mais roupas de lã sintética, que é um material que mantém a carga elétrica.

Um fato curioso é que se está descalço e há a troca de carga, a corrente é liberada aos poucos e por isso quase não chega a ser percebida. Porém, se está com um calçado com solado de borracha, que serve como isolante, ela acumula uma carga maior ainda.

Mas a intensidade do choque não é igual para todos. O choque pode ser em maior ou menor dor para as pessoas até mesmo em uma corrente tensão de 100 volts, segundo especialistas. . A explicação é a resistência do circuito e até a parte do corpo que foi exposta ao choque: se encostar um dedo em uma tomada, o choque é maior do que se o contato for com a mão, pois nesse último caso há uma maior dispersão.

Além disso, cada pessoa apresenta uma resistência diferente, pois cada indivíduo e composto por proporções diferentes entre os tecidos que formam o corpo. O valor mínimo de corrente que uma pessoa pode perceber é 1 mA (miliampère). Com uma corrente de 10 mA, a pessoa perde o controle dos músculos, sendo difícil abrir as mãos para se livrar do contato. O valor mortal está compreendido entre 10 mA e 3 A, dependendo se a corrente é contínua ou alternada, os efeitos variam.

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