Acne, um filme de terror para todas as idades

Mesmo sendo comum aos jovens, a acne também atinge adultos

A puberdade costuma ser  uma fase complicada,  tanto no aspecto  emocional quanto corporal, pois é ali que as mudanças começam a acontecer e quando surgem as temíveis espinhas e cravos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 89% dos jovens já sofreram com as espinhas, mas não é um problema exclusivo dessa faixa etária – de acordo com uma pesquisa do Ipsos Marketing, a principal preocupação de pessoas de 15 a 39 anos é justamente a acne, uma parcela da população que não envolve apenas adolescentes. 

Mas por que a acne também está presente na vida dos adultos? A especialista Dra. Magda Expósito da clínica Demamaster, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, reponde: “em alguns adultos a acne pode continuar, pois está relacionada à presença dos hormônios chamados androgênicos, produzidos pelos ovários nas mulheres e nos testículos pelos homens, e em ambos os sexos pelas glândulas suprarrenais”. Esses hormônios são responsáveis por desencadear mudanças relacionadas à gordura da pele e couro cabeludo.

Além disso, existe o fator genético. Dra. Magda explica que filhos de pais que tiveram acne na fase adulta têm maior chance de também desenvolverem. Fatores externos como estresse, período menstrual, medicamentos como corticoides, exposição exagerada ao sol, contato com óleos e espremer as espinhas também contribuem para a acne. Esse é um problema de pele que não deve ser deixado de lado, pois pode ser resolvido. “A acne é uma doença que tem tratamento e que pode ser curada ou controlada”, ressalta a especialista.

Para tratar a acne é necessário identificar quais são as causas, depois o dermatologista irá oferecer o melhor tratamento individualizado, que pode variar de acordo com a sua gravidade e localização. Para a Dra. Magda é sempre importante ter a opinião de um profissional dermatologista sobre os cuidados com a pele acneica, e que geralmente o tratamento envolve uso de anticoncepcional (se necessário) em mulheres adultas e o isotretinoina oral para ambos os sexos, sem deixar de lado os produtos tópicos adequados.

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