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Alguns cuidados na gravidez podem fazer toda diferença

A palavra aborto já causa repulsa logo quando é pronunciada. Mas, os abortos espontâneos são mais comuns do que todos imaginam e podem acontecer entre 15 e 20% das gestações. Mais de 80% dos abortos ocorrem antes das 13 primeiras semanas, isso se deve a maioria das vezes a anormalidades cromossômicas que impediram o desenvolvimento normal do embrião.

Porém, no início de gravidez é muito difícil especificar os motivos do aborto. Somente em casos mais raros, a perda acontece depois das 23ª semanas, quando a mãe já tem direito a afastamento remunerado de seu trabalho.

Em muitos casos a mulher sofre um aborto sem nem saber que estava grávida, pois os sangramentos podem ser confundidos com a menstruação que estava atrasada. Algumas pesquisas afirmam que algumas situações podem aumentar o risco de aborto como: idade - mulheres mais velhas correm mais risco de ter bebês com anormalidades cromossômicas e, como consequência abortamentos depois dos 40 anos; histórico de abortamentos anteriores; problemas no útero ou no colo do útero; presença de infecções; hábito de fumar, beber e consumir drogas; uso de certos medicamentos, incluindo antiinflamatórios não-esteróides;  diabetes, doença renal ou problemas de tireóide.

Para a mulher saber se o que ela esta realmente sofrendo um aborto, ela deve ficar atenta aos sinais que são semelhantes aos periodos mentruais. A mulher deve sentir cólica e sangramento forte, as vezes com coágulos de sangue.

Somente um ultrassom pode diagnosticar a perda do bebê, pois é ali que o médico verá se o embrião ou feto aparece sem movimentos e sem batimentos cardíacos, no caso de aborto retido ou se o útero estiver vazio no caso da gestação já ter sido eliminada.

Na maioria dos casos de aborto, os médicos realizam um procedimento cirúrgico chamado curetagem, onde é removido do útero os restos da gravidez. Ele é realizado no hospital e a alta costuma ser no mesmo dia ou no dia seguinte.

Se não houver risco imediato à sua saúde, é possível esperar o abortamento acontecer naturalmente (isso ocorre para mais da metade das mulheres até 15 dias depois de descobrir a inviabilidade da gravidez).

Para diminuir os riscos de um aborto espontâneo, se você já sofreu por isso uma vez, o seu médico poderá sugerir algum tipo de repouso nos primeiros meses da gestação, embora não haja provas de que isso tenha algum impacto real. Mas as causas do aborto devem ser procuradas, pois por exemplo, se o aborto foi causado por um problema no colo uterino, o médico poderá realizar uma sutura na região para mantê-la fechada até que o bebê esteja desenvolvido e pronto para nascer. Outros problemas podem ser resolvidos, por isso é importante o acompanhamento médico desde o inicio da gestação.

 

 

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