FABIANA KARLA

“Eu nunca acordo mal humorada”

No Zorra Total da Rede Globo ela viveu personagens como a Gislaine, Doutora Lorca, Lucicreide e Dilmaquinista, e foi por lá que seus bordões como “isso não te pertence mais!” ou “desenrola, carretel!” caíram na boca do povo. Ela também é a Cacilda na nova versão da Escolinha do Professor Raimundo. Mas você acha que é só isso? Fabiana Karla saiu do Pernambuco com a mala cheia de sonhos e desembarcou nas telinhas para conquistar todo mundo com o seu bom humor e suas tiradas excêntricas na pele de cada um dos personagens que interpreta.

E a arte não foi uma escolha para a atriz, pois bastou ela subir ao palco para descobrir que aquilo seria a sua vida dali em diante: arrancar risos ou emocionar as pessoas com o seu dom. Seja no teatro, na televisão ou no cinema, Fabiana procura sempre fazer o que lhe inspira e com muita verdade porque ela acredita que o bom humor faz bem não só para saúde dela, mas também para quem tem o prazer de assisti-la em cena.

Ela nos contou isso e muito mais em uma entrevista exclusiva que você confere agora!

+Saúde: Você é bastante conhecida na televisão pelos personagens que interpretou mas a gente observa que você tem buscado novos ares dentro da teledramaturgia. O que tem feito de diferente e como está sendo isso?

Fabiana Karla: Olha, essa participação na Malhação mesmo que fiz agora como a "Penha", uma viúva que sofre recebendo a irmã e a sobrinha em casa no enterro do marido, é muito sofrida. Eu achei que ia fazer o papel de uma tia bacana que era talvez professora, alguma coisa para cima e de repente eu caí na Malhação fazendo um momento muito difícil, de choro, sabe?

Eu tenho buscado fazer coisas com muita verdade, então faço o que me inspira. Essa é a novidade do momento para mim, fazer coisas que dão prazer, que me façam sair do meu lugar comum, sejam elas no drama ou comédia. Isso é diferente de tudo que tenho feito até hoje.

+S: As pessoas costumam dizer que é mais fácil fazer rir do que chorar. Você, como comediante, concorda com isso ou acredita que o humor exige mais do ator?

FK: Eu acho que é uma linha muito tênue. É muito difícil os dois, porque contar uma piada e ninguém rir é horrível, mas ao mesmo tempo não conseguir emocionar também é muito difícil. Então eu acho que são caminhos diferentes e tem que ter muita verdade para conseguir fazer os dois, mas para fazer rir tem que ter o “timing”. É um presente, um dom. Realmente pensando assim, acho que as vezes é mais fácil...ai meu deus, tô na dúvida! Acho que é mais fácil fazer chorar, porque você sai do sério, você grita e já vem bem aquela vontade de chorar. Agora, para fazer rir tem que ter segurança e timing.

+S: Mudando agora um pouco o foco, quais são os seus cuidados com a saúde?

FK: Meus cuidados com a saúde estão sendo tentar dormir mais do que dormia. Ultimamente tenho conseguido dormir cinco horas por dia, o que é um recorde. Estou tentando fazer mais exercícios, ter uma alimentação com menos carboidratos e farinha branca, tomar mais água, me policiado mais para fazer os exercícios com mais musculação para fortalecer meu corpo. Também estou buscando muito a meditação para acalmar e ter foco, porque com muitos projetos em vista, eu acho que preciso estar mais centrada para poder realizá-los, para criar meus filhos, enfim, para ter uma vida melhor.

+S: Você acredita que o bom humor faz bem para a saúde e rir é realmente o melhor remédio?

FK: Acho que sim! Eu nunca acordo mal humorada e acho que isso melhora para mim e para todos que estão ao meu redor. Deixa a mente leve! Você viver amargurado, angustiado, só te traz dor no estômago, sabe?! Uma cara ruim, sei lá! Eu acho que não é bom para ninguém.

Agora é claro que cada um tem o seu tipo de humor, não é uma regra geral, mas eu escolhi ter o bom humor e acho que ajuda muito na minha saúde, na minha vida, na forma com que eu vejo as coisas, na forma com que eu levo meus dias, as pessoas ao meu redor, isso me auxilia muito. E já recebi muitos depoimentos lindos de pessoas que estavam no hospital e disseram que as minhas cenas na televisão fizeram diferença na vida delas.

+S: Estamos num momento em que muito se fala de empoderamento feminino, autoestima, aceitação e amor próprio, e nas suas entrevistas você sempre fala um pouco disso. O que você diria para as meninas e mulheres que buscam um padrão irreal de beleza?

Eu acho que é uma questão realmente de se aceitar do jeito que você é. Cada um tem que entender bem o seu corpo, sabe? Entender o que te faz feliz e te cai bem, seja para o nosso tipo, para o nosso espírito, para o nosso humor. Eu sou uma pessoa que se arruma de acordo com meu humor: tem dias que eu estou nas estampas, outros prefiro o nude ou preto, colorido, ou me visto de vermelho ou azul, enfim, eu acho que você tem que promover só o seu bem-estar.

Se você está segura do que você quer, se você se conhece e você se ama acima de tudo, não vai se importar com o que os outros dizem. Então se goste, se respeite e respeite os seus limites, sabendo muito bem o que você quer. E se tem algo que está te incomodando, faça alguma coisa pelo seu bem-estar, porque o maior crime do mundo é você ser omisso com você mesmo.

+S: O que te deixa mal-humorada?

A injustiça e a falta de respeito com alguém perto de mim, isso me deixa extremamente mal-humorada, sabe? Ver gente na mesa do lado destratando garçom ou destratando alguém pela sua função, pelo seu cargo, enfim...desrespeito me deixa muito mal-humorada.

+S: Quais são seus novos projetos que virão por aí?

Bom, eu tenho ai filmes que estão próximos pra lançar como o filme do "Crô", tenho participação no "DPA 2 detetives do prédio azul, o mistério italiano", tem o "Pitada de Sorte", que eu sou protagonista, o filme "Lucicreide vai para Marte", também sou protagonista e estou na produção, além da novela que está chegando. Estou aguardando mais algumas coisas porque eu sou uma pessoa inquieta e sempre tenho tempo para mais algum projeto.

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