Outubro rosa

Duas sobreviventes do câncer de mama abriram suas vidas para contar como foi passar pela doença

A campanha Outubro Rosa visa informar as mulheres sobre o câncer de mama, a +Saúde resolveu abraçar a causa e conversar com duas guerreiras que enfrentaram essa tão temível doença.

 

Ruth Batista é uma delas que nos conta como descobriu a doença – “eu cruzei os braços e senti um caroço no seio esquerdo”, afirma. No dia seguinte ela foi procurar atendimento, mesmo com toda a demora do sistema de saúde ela se manteve firme. Ao buscar seus resultados, o choque, “Eu olhei para ele enquanto lia o exame e percebi que havia algum problema”. Ela ainda compartilha que se sentiu sem chão, mas que o apoio de familiares e amigos foi fundamental.

 

Muito emocionada ela fala com carinho sobre o filho e sua namorada, os grandes alicerces de sua batalha. “No hospital, eu percebi que o meu problema era pequeno perante as outras mulheres”, confessa. Seu tratamento durou 11 meses, foram oito sessões de quimioterapia, 33 de radioterapia e um adeus aos cabelos. Curada desde janeiro, seu cabelo já está crescendo e sua rotina voltou ao normal.

 

Nossa outra guerreira é Elis Garcia, que fez exames depois de ter uma gestação maravilhosa. Ao buscar os resultados ela escuta do médico: você vai ter que procurar um mastologista. “Existe a chance de ser câncer, doutor?”, ela indaga, ele responde: sim. “Eu já sabia pelo semblante dele que era câncer”, afirma. A correria pelo inicio do tratamento começou e ela foi encaminhada para Jaú. Elis teve micro calcificações, pequenas células cancerígenas – “eles fizeram a mamografia novamente e então pinçavam com algumas agulhas os locais onde estavam essas células, para fazer a cirurgia”, explica.

 

Mesmo tirando esses pequenos nódulos, seu câncer já estava num estágio um pouco avançado e ela teve de fazer a mastectomia. Foram quatro sessões de quimioterapia e 28 de radioterapia, “logo na primeira sessão de químio, o cabelo cai, é uma sensação terrível, preferi raspar tudo”, explica. Depois de idas e vindas ao hospital, Elis está muito bem, seu cabelo voltou a crescer e ela já está trabalhando. Com um baita sorriso, ela nos diz que o apoio de seu marido foi fundamental, “eu e ele éramos um só”.

 

A batalha contra o câncer de mama deve ser travada todos os dias, não apenas no mês de Outubro, ele é o câncer mais incidente em mulheres, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer). Portanto, cuide-se, mulher! Ame seu corpo e faça todos os anos consultas de rotina e o auto-exame de toque. Não deixe o câncer de mama vencer essa batalha!

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