Síndrome do Viajante

Previna-se contra a Síndrome do Viajante

A síndrome do viajante ou da classe econômica é o nome popular que se dá para o tromboembolismo venoso causado pelas viagens de longa duração.

 

Tanto nas viagens aéreas como nas de ônibus, trem, etc, a incidência de trombose venosa profunda (TVP) é considerável, podendo chegar a 10%, por que o passageiro que permanece sentado por um período superior a 5 horas, favorece a compressão prolongada das veias dos membros inferiores contra as bordas dos assentos.

 

Nos aviões, além do ambiente seco do interior das aeronaves e da baixa pressão atmosférica que favorece a desidratação, há a dificuldade de locomoção decorrente da disposição dos assentos em fileiras muito próximas, dificultando a circulação do sangue e facilitando a formação de coágulos. 

 

Ingerir álcool ou medicamentos para dormir antes ou durante viagens longas pode  aumentar o relaxamento neuromuscular e dificultar o retorno venoso e isso também contribui para o aparecimento de TVP.

 

Nas viagens terrestres algumas circunstâncias, como engarrafamentos, acidentes e etc. podem aumentar o risco da TVP. Merecem ainda atenção especial os caminhoneiros e alguns motoristas de ônibus urbanos submetidos a longas e extenuantes jornadas de trabalho, em condições precárias com assentos desconfortáveis e sem ar condicionado.

 

É sempre importante lembrar que a TVP pode se manifestar durante a viagem ou até vários dias depois.

 

O que é afinal a TVP?

A trombose venosa profunda (TVP) é o desenvolvimento de um trombo (coágulo de sangue) dentro de um vaso sangüíneo. Isso provocará uma reação inflamatória dentro do vaso, um trombo,  que poderá resultar em uma  obstrução venosa total ou parcial.

A TVP é responsável por seqüelas de insuficiência venosa crônica: dor nas pernas, edema (inchaço) e úlceras de estase (feridas). Além disso, a TVP também é responsável por outra doença mais grave: a embolia pulmonar que pode ser fatal.

 

Fatores de risco

A incidência da TVP em pessoas ocorre principalmente pela dificuldade ou impossibilidade de andar ou se movimentar normalmente durante as viagens de longa duração. Pode ocorrer com mais freqüência em viajantes que têm fatores de risco individuais, ou por outros fatores desencadeantes de risco, tais como:

 

- Desidratação;

 - Hereditariedade;

 - Ingestão de álcool;

 - Obesidade;

 - Pouco espaço para movimentação;

 - Pressurização das cabines;

 - Tabagismo.

 

 

Como evitar?

O uso de meias de compressão tem um significativo impacto na redução do edema das pernas. As meias de compressão graduadas previnem a síndrome da classe econômica, pois aumentam a velocidade do fluxo sanguineo.

Recomenda-se de duas em duas horas, exercícios com os pés, para cima, para baixo e em círculos, proporcionando a movimentação da panturrilha e, consequentemente , o aumento da circulação sanguinea. Beber líquidos sem alcool antes e durante as viagens mantêm o nível do sangue e evitam a desidratação.

São cuidados básicos para que você tenha uma boa viagem!

 

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